e assim tudo começou....

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Quinta-feira, Novembro 13, 2008

 
Antes da cor ganhar o ar
eu,uma medrosa de alturas
torno a voar,por tabela...


Foto Kiko Naccarato grande amigo voador do meu amigo também voador Vicente!!

Quer voar mais?
http://flickr.com/photos/kikonaccarato



posted by NADIA LOPES 5:12 PM

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Quinta-feira, Novembro 06, 2008

 
Minha tia olhos azuis e muita vontade de viajar e dançar, é um
exemplo de que o tempo não altera os sonhos, se não
permitirmos, ainda resta muita saúde e disposição
naquele corpo ou será alma?
Como quem já aprendeu várias lições sorri e serena
me diz:" só quem já viveu uma paixão, sabe o quanto ela não
vale a pena, deus me livre, desse sufoco...eu quero alguém pra
dançar, alguém pra viajar junto"
Minha tia parece querer o mesmo que eu, mas não tem a urgência alguma, e já tem 75 anos.
Talvez a tal da sabedoria seja composta disso: vivências que não
precisamos mais repetir...



posted by NADIA LOPES 4:40 PM

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Sexta-feira, Outubro 24, 2008

 


O Fuinha amigo "das antigas" como se dizia "antigamente", achou esse meu bilhete de +ou- 25 anos atrás, numa caixa de recordações na casa de sua mãe, que como a minha, ainda permanece em Santa Maria.
Era um tempo que passeávamos e ríamos nas manhã de sábado do calçadão da Santa Maria da boca do monte, e estamos ambos a quilomêtros de lá e da nossa vidinha adolescente.
O que desejava esse bilhete sem data, é que a vida fosse linda em todas as coisas e sempre e diz meu amigo, que ELE ACREDITOU e a talvez por isso, a VIDA CONTINUE LINDA!
Fico feliz de conhecer pessoas que guardem pedacinhos de passado e podem trazê-los á nos revisitar, e feliz por que nõs, não mais adolescentes(ou ainda?), podermos olhar pra trás e pra tudo que fizemos e sorrirmos satisfeitos!

posted by NADIA LOPES 3:45 PM

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Sábado, Outubro 18, 2008

 
Quando perguntavam no início da carreira do Zeca Baleiro, quais eram suas influências musicais ele dizia:
"O rádio Philco Transglobe valvulado do meu pai." Por que foi ali, ouvindo de tudo, que ele descobriu o ENCANTAMENTO das letras e dos ritmos, ali sua sensibilidade e seu talento foram despertos e graças a isso, sem nenhum pré-conceito, como um garimpeiro, ele consegue distinguir o brilho de um talento esteja onde ele estiver e trazê-lo á luz.
O Baile do Baleiro foi a comprovação dessa capacidade "catadora" curiosa e brilhante do Zeca, que tanto me encanta. Apresentar aos seus lugares seus próprios talentos, foi lindo!
No show dessa semana, três momentos me lembraram esse Zeca:
-a deliciosa BOLA DIVIDIDA do Luiz Ayrão..
-o bis profundo BICHO DE 7 CABEÇAS do Geraldo Azevedo
e a homenagem a Waldick Soriano, numa musica linda, que talvez por preconceito eu nunca teha ouvido...

Mais uma vez o Zeca me ensina e fascina, fiz anos atrás esse poeminha, que hoje percebo, é uma definição que cabe a ele:

garimpeiro
com cuidado me ensinou

o jeito de olhar

os outros lados da terra
os outros brilhos da luz
a felicidade do instantinho
,,,

posted by NADIA LOPES 10:37 PM

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Segunda-feira, Outubro 06, 2008

 
comédia romântica
domingo
todos riem
e eu
revirada
de lembrança
mal curada

choro

ah, essas emoções
represadas
a raiva-mágoa
sem escoamento
no tempo real da dor

querendo lavar a alma
gente também faz enchente....

posted by NADIA LOPES 11:37 AM

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Quarta-feira, Outubro 01, 2008

 



John Barrymore,
"só envelhecemos de verdade quando começamos a
trocar nossos sonhos por arrependimentos".


Certamente existem aventuras
neste mundo que você
gostaria de fazer e ainda não fez.
Se não forem contra a Lei, faça-as imediatamente!


"As rugas devem indicar apenas
onde os sorrisos estiveram".

Mark Twain

posted by NADIA LOPES 5:58 PM

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Sexta-feira, Setembro 26, 2008

 
confesso

confundo
chamo paixão
de amor, há anos

por isso
não encontro
e se encontro
não reconheço...

o desassossego
o destempero
a rima rica
o riso- seguido
de choro
isso que inflama...
é chama, nada infinita...

é a bendita-maldita
como um vício
paixão é o nome disso...

dizem que pode virar amor
e nisso, eu aindo não acredito!

(e quero apaixonadamente acreditar!)
posted by NADIA LOPES 4:52 PM

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Quinta-feira, Setembro 11, 2008

 
obra de MUECK



















...
Fraquejo da asa...

..." Não mais os quereres expostos, nem asa fraquejada no mal calcular dos vôos".
Idésio Oliveira

posted by NADIA LOPES 5:31 PM

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Quarta-feira, Setembro 10, 2008

 
Ontem foi aniversário de um grande amigo, quis fazer uma homenagem com fotos e fui lá rever meus arquivos e percebi tantas e quantas já vivemos juntos, rimos, nos emocionamos, enfim, ele está nesse filme chamado minha vida, há anos e eu sou grata a Deus, por ele existir , mas aí vi tantas outras pessoas TOTALMENTE DECISIVAS que resolvi lembrá-las e comunicá-las que estão nos meus arquivos da alma e por isso trago-as aqui pra registrar, AGRADECER já que me ajudaram até aqui a fazer esse filme chamado MINHA HISTÓRIA ser tão bom!!! O Quiroga confirmando o que eu penso, me disse hoje, o Destino não é um objetivo, é o caminho...Eu só posso ser grata pelos meus encontros e sorrisos e emoções compartilhadas nesse caminho! E pelas tantas pessoas anjos que sempre encontro pra me acompanhar! VALEU!!!!


posted by NADIA LOPES 3:40 PM

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Terça-feira, Setembro 02, 2008

 
Uma poesia antiga...

essa falta de auto estima
esse querer agradar
a incerteza de ser bem quista
gerando o medo de dizer não
e ser rejeitada
esse sorriso sempre a postos
minha fragilidade
duramente encoberta
me disfarcei tanto
que já não me reconheço
essas outras que guardei
tem ares de monstros pecados
não mostrei pra ninguém
não permiti a raiva
o grito
não deixei que a dor saísse
tive tudo controlado
fui assim bem normalzinha
menininha
boa moça,
incapaz de querer mal
parecia tão verdade
esse maniqueísmo bobo
que me fez fazer de conta
que não sou sinceramente
boa-má
médico-monstro
criador-criatura
mas agora me permito
e na corda bamba
me mostro
muito prazer
sou humana!


uma sensação revisitada...

uma certeza: "saber e não fazer, ainda é NÃO SABER!"


posted by NADIA LOPES 11:34 AM

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Terça-feira, Agosto 26, 2008

 
Um post no Jucunditas(comunidade de poetas doOrkut) propõe pensar e sentir e falar,o que ficou dos amores que foram...esse é o tópico: NOS RELACIONAMENTOS ANTERIORES APRENDI...

que amor acaba
quase sem aviso,
vai perdendo o viço, a cor
e séca,
sem chance de renascimento
um olhar, uma palavra, um silêncio, uma raiva
e lá se foi o amor...
silenciosamente...

que amor
requer bom humor,cuidados,
atenção, paciência
e algumas doses de infância

que amor
tem pesos e medidas
o fato de ser feito de dois
torna as matemáticas
e as químicas
muitíssimo variávies

que amor
nos embeleza
pondo mais cor
e alegria no olhar

que o fim de um amor
pode escurecer tudo

então...

é preciso fazer luto
não beijar novas bocas
nem tentar consolo
em outro peito
é preciso
ajustar as contas
com as frustrações e os sonhos
arrumar a casa
dentro e fora
ler, caminhar, ouvir musica
ver a natureza completar ciclos
e
esperar
até
que
de algum jeito imprevisto
o amor venha novamente nos encantar

nos relacionamentos anteriores aprendi
que o amor nos pertence
pode recuar, se esconder, fazer casulo
mas é nosso
sempre volta
refaz nossas asas
e nos leva pra voar...
(passear de mãos dadas)


posted by NADIA LOPES 6:30 PM

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Quarta-feira, Agosto 20, 2008

 
Um amigo-modelo-psicólogo-fotógrafo...me diz que faz fotografia por diletantismo...

do It. dilettante, que deleita ou se deleita
adj. e s. m.,
que ou aquele que exerce uma arte por paixão e não por obrigação;
aquele que se dedica a determinado assunto ou teoria de um modo pouco sério e sem qualquer obrigação




ah, que delícia!!!
acabo de resolver:
quero leveza no agora
vou me dedicar
a arte de VIVER
POR DILETANTISMO...
e só de pensar nisso,
já sorri feliz! !



posted by NADIA LOPES 10:45 PM

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Segunda-feira, Agosto 18, 2008

 

Foto Luiz Fagundes

Recebi este texto lindo da minha mãe, a quem sou eternamente grata, por me ter feito mulher e ter me dado a possibilidade e o ensinamento de ser mãe.

"Nós estamos sentadas almoçando quando minha filha casualmente menciona que
ela e seu marido estão pensando em 'começar uma família'.
'Nós estamos fazendo uma pesquisa', ela diz, meio de brincadeira. 'Você
acha que eu deveria ter um bebê?'
'Vai mudar a sua vida,' eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom neutro.
'Eu sei,' ela diz, 'nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de
férias espontâneas.. .'
Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha,
tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca
vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas
físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma
ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.
Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar
'E se tivesse sido o MEU filho?' Que cada acidente de avião, cada incêndio
irá lhe assombrar. Que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome,
ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.
Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso
que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao
nível primitivo da da ursa que protege seu filhote. Que um grito urgente de
'Mãe!' fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar
nem por um instante.
Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela investiu em
sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela
maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela entrará
numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê. Ela
vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo
para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.
Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão
rotina. Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao
invés do feminino no McDonald's se tornará um enorme dilema. Que ali mesmo,
em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de
independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um
molestador de crianças possa estar observando no banheiro.
Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se questionará
constantemente como mãe.
Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da
gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma
sobre si mesma. Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor
quando ela tiver um filho. Que ela a daria num segundo para salvar sua
cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida -- não
para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os
deles.
Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias se tornarão
medalhas de honra.
O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma
como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um
homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em
brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará
por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.
Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com
as mulheres que através da história tentaram acabar com as guerras, o
preconceito e com os motoristas bêbados.
Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente sobre
a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana quando eu
discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de meus filhos.
Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho
aprender a andar de bicicleta. Eu quero mostrar a ela a gargalhada gostosa
de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela
primeira vez. Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que chega a
doer. O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho
lágrimas nos olhos.
'Você jamais se arrependerá', digo finalmente.
Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma
prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente
mortais que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos
chamados. Este presente abençoado de Deus...."
(Autora Desconhecida)
posted by NADIA LOPES 12:00 PM

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Quinta-feira, Agosto 14, 2008

 

Foto Vicente Sampaio

Vicente além de um excelente fotógrafo, é voador. num vôo dia desses, se deparou com essa preciosidade, um ipê roxo no meio de uma plantação de cana, achei poética e inusitada essa cena.
Ele me diz contrariando meu comentário pollyannesco, que não se trata de um lavrador poeta e sensível, nem um usineiro doce, é graças as multas do Ibama, e eu mesmo assim, tenho certeza que tem mão de poeta aí, tem visão lúdica, e eu tenho o amigo presente que abre meus olhos pra tudo isso!



posted by NADIA LOPES 11:00 AM

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Terça-feira, Agosto 12, 2008

 
Ainda não li esse livro, mas acho o enfoque bárbaro, e como ele em breve será lançado no Brasil já indico e espero...Afinal, como uma crente fervorosa da psicologia e na psicanálise, não tenho a menor dúvida que tudo começa mesmo é lá na infãncia, o resto é perpetuação, repetição e, se tudo der certo, libertação e cura..Amém!!.
Muito bom poder olhar os personagens que nos acompanharam em fase tão propícia para a criação de signos , significados e traumas e revê-los...

O Lobo Mau no divã

Lembra-se de todos aqueles personagens encantadores com os quais você passou sua infância? Bem, chegou o momento de vê-los por outra perspectiva... Imagine se a Sininho tivesse feito psicoterapia para curar seu Transtorno de Personalidade Anti-Social, se a Bela tivesse reconhecido sua relação de co-dependência com a Fera e se o Mágico de Oz tivesse tratado seu Transtorno de Personalidade Narcisista. Teriam eles vivido felizes para sempre? Apresentando divertidos estudos de caso, O Lobo Mau no divã, que chega ao Brasil pela editora BestSeller no final de agosto, desvenda os problemas de saúde mental que atormentam os personagens infantis favoritos da maioria e mostra ainda como eles teriam se transformado se tivessem deixado os contos de fadas e iniciado um tratamento de reabilitação.

Cinderela devia mesmo ter se casado com um homem com quem se encontrou apenas duas vezes? Ela estaria sofrendo de algum transtorno psicológico subliminar? Após questionar-se sobre o comportamento de Cinderela, Laura James percebeu que algo estava errado. Para uma criança, ingênua e fascinada pelos contos de fadas, a tarefa de analisar os personagens preferidos sob a ótica da psicologia seria, obviamente, impossível. Porém, ao reler as histórias para os filhos, a autora constatou que não só a princesa, mas também Alice, Ursinho Pooh, Peter Pan, entre outros, apresentavam distúrbios, neuroses e psicoses que influenciam não só seus relacionamentos, mas também o local onde vivem.

Em O Lobo Mau no divã encontramos explicações técnicas, porém muito divertidas, sobre o que se passa na mente de nossos personagens infantis favoritos. Cansada de vê-los sofrer, a autora concluiu que faltava um livro que tratasse especificamente dos transtornos de princesas, heróis e vilões da ficção. Afinal, como não ser vítimas de psicopatas como os Lobos Maus e os Barbas Azuis que encontramos por aí? Como o Tigrão, por exemplo, poderia encontrar orientações para lidar com sua hiperatividade?

Seja no Bosque dos Cem Acres ou no Reino Tão, Tão Distante, personagens do mundo encantado e leitores do mundo real vão aprender um pouco mais sobre distúrbios psicológicos, ajudar a quem precisa ou, quem sabe, descobrir a melhor maneira de lidar com suas próprias limitações.

Laura James é escritora, jornalista e editora. Seus textos são publicados em vários jornais e revistas americanas. Vive em Norfolk, é casada e tem quatro filhos. O Lobo Mau no divã é seu sexto livro.
(Editora Bestseller - assessoria Luciana C. Barreto)


Quer maior dano de expectativa do que o consagrado: "E foram felizes para sempre"...?


posted by NADIA LOPES 5:45 PM


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